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Hipnose
Um dos assuntos
mais em voga, atualmente, é a Regressão de Vidas Passadas.
Em novelas, programas jornalísticos, livros, revistas e em qualquer
grupo, sempre desperta atenção.
Mas não
são todos que sabem que a Regressão é apenas uma técnica,
utilizada na hipnoterapia, para a solução de alguns problemas,
e que muitos outros podem ser resolvidos sem haver regressão a vidas
passadas ou a esta vida .
A teoria da hipnose
serve de base para muitos tratamentos ou técnicas de auto-conhecimento
como: Pensamento Positivo,
Programação Neurolinguística, Controle Mental,
Reprogramação Celular, etc.
As experiências
com a hipnose existem desde a mais remota antigüidade.
Na Caldéia, Índia e Egito faziam parte de uma
ciência experimental, considerada secreta,
à qual só tinham acesso castas privilegiadas.
Com o passar do
tempo, os fenômenos psíquicos, que eram considerados sobrenaturais,
passaram a ser vistos sob a luz da razão,
e estudados como poderes exercidos pelo
próprio homem. No entanto, hoje em dia, parece que voltamos
atrás, e muitos consideram a hipnose como algo mágico,
até se surpreendendo pela forma como é realizada ou julgando
que não foram "realmente" hipnotizados.
Isso porque, atualmente, não é tão comum utilizar-se a
hipnose inconsciente, ou seja, a pessoa parece
que adormece e não recorda o que aconteceu ao
voltar ao seu estado normal. Hoje, a hipnose é
realizada com a pessoa totalmente consciente, sabendo tudo
que está acontecendo ao seu redor.
Mas afinal,
o que é, e como funciona a hipnose ?
Várias
teorias foram e são apresentadas, mas nenhuma foi considerada
exata, ou totalmente aceita. E se entende
a razão, estamos tentando definir um fenômeno
do cérebro, este órgão sobre o qual conhecemos tão pouco
e do qual utilizamos somente uma parte mínima.
Mas sabemos como utilizar esta energia e como fazer
para acessá-la.
Existem variadas
técnicas para se alterar o estado normal
da consciência e obter-se o nível ideal de transe.
A mais utilizada é o relaxamento profundo e a concentração
da mente.
Muitos se assustam
com certos termos empregados como "transe",
"concentração", mas quem está sempre
no comando é o próprio indivíduo. Ninguém, por melhor que
seja, consegue hipnotizar quem não deseja ou não
se permite ser hipnotizado. Na verdade, o hipnotizador
apenas orienta o trabalho que é realizado
pela própria pessoa.
A hipnose, nada
mais é do que um estado de consentimento. E aí,
entramos num outro ponto de dúvida, para muitas pessoas
- quem pode ser hipnotizado? Qualquer um,
que realmente o quiser.
A convicção
de que aquilo vai lhe fazer bem, tem um papel importante no resultado da
terapia. E a experiência
e preparo do hipnoterapeuta ajudarão na aplicação
da técnica mais adequada para atingir
o estado ideal, dependendo do tipo de personalidade
de cada paciente, bem como a análise do momento que
está atravessando e seu estado emocional.
Utiliza-se a hipnose
na medicina, para aliviar dores, curar doenças
de fundo emocional, atenuar efeitos colaterais de
medicamentos ou tratamentos,
e até como anestésico em alguns casos de pacientes
que, por alguma razão, não podem
utilizar anestesia.
Em tratamentos odontológicos, tem se mostrado muito
eficaz, relaxando, tirando a tensão e, em muitas vezes,
abolindo a necessidade de anestésicos.
Para estudantes
é excelente na memorização de conteúdos, aumento
da capacidade de concentração e alívio do nervosismo
na hora de provas.
Em casos de distúrbios
psicológicos como fobias, pânico, depressão,
manias, compulsões (inclusive por comida), traumas, as respostas
são surpreendentes.
Auxilia muito
em períodos de transição como menopausa, maternidade,
adolescência, separações, enfim, mudanças
de vida.
Está sendo
usada, cada vez mais para casos de vícios, sejam eles por
drogas, fumo, jogo, comida, bebida ou qualquer
outro.
Deve-se ter em
mente que a hipnose, não substitui os procedimentos
médicos ou terapêuticos mas, pode ser um complemento
muito útil. É importante que o hipnoterapeuta saiba seus
limites e faça a orientação adequada ao paciente,
para o tratamento mais eficaz.
O esclarecimento
de todas as dúvidas sobre a hipnose, a empatia
com o terapeuta, a orientação sobre o tipo de terapia
que deve ser empregada, dependendo da análise de cada caso
e da formação do hipnoterapeuta, serão
fatores básicos para o sucesso de qualquer tratamento.
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