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Foto Kirlian

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O Efeito Kirlian

Muito se tem cogitado sobre o Efeito Kirlian, mas até hoje ainda não tive a oportunidade de ver alguém se preocupar em analisar tecnicamente o que realmente acontece quando uma foto Kirlian é obtida. A Máquina Kirlian é na verdade um gerador de uma alta-tensão pulsante, que sensibiliza um filme de acordo com o que estiver em volta do campo eletromagnético que se forma no eletrodo (local onde colocamos o dedo ou objetos), e nunca pode ser considerada como um "aparelho milagroso", capaz de fotografar uma coisa tão sutil que é a Aura, que por sua vez, não deve ser considerada como uma coisa "do outro mundo", pois é muito cômodo não acreditarmos numa coisa que, apesar de sentirmos e sabemos que existe, a maioria das pessoas não consegue ver.

Sabemos que tudo que está a nossa volta está vibrando, tanto que, se não fosse assim, não enxergaríamos, uma vez que as cores e seus matizes são formados por freqüências que formam o chamado "espectro visível", ou seja, cada cor tem sua freqüência vibracional particular. Na escuridão total não podemos ver nada, pois não há luz para ser refletida. Mesmo assim continuamos a emitir luz, só que numa freqüência fora de nosso "espectro visível". Esta luz, que também é uma forma de radiação, é chamada de "infravermelho" e pode ser percebida através de recursos e aparelhos ópticos apropriados.

O que pode ser obtido com uma foto Kirlian, tecnicamente falando, é o resultado do "batimento" da freqüência da Aura (troca de Prana), com a freqüência gerada pelo aparelho (Máquina Kirlian). É parecido com o que acontece com os aparelhos de rádio e TV, ou seja, a estação transmissora emite os sinais numa determinada freqüência, estes são captados pela antena do receptor, e de acordo com o seletor de canais que gera uma "freqüência de batimento", através do "oscilador local", o sinal resultante destas duas freqüências são processados e, através do amplificador, pode ser escutado no alto-falante em forma de som.

Na Foto Kirlian essa freqüência resultante fica gravada no filme, junto com os problemas ou "distúrbios energéticos" que a Aura possa apresentar, através da luz que é fornecida pela eletricidade gerada pela Máquina Kirlian. Por isso, é bem mais correto nos referirmos a uma foto Kirlian como uma "eletrofoto", do que, comodamente, a chamarmos de "fotografia da Aura".

Apesar de ainda não ser totalmente aceita, a Kirliangrafia vem tomando lentamente seu lugar em nossas vidas. Vários profissionais, principalmente os psicólogos e terapeutas, já a utilizam como uma poderosa ferramenta de trabalho, a fim de diagnosticar a raiz dos problemas de seus pacientes e comprovar suas melhoras no decorrer do tratamento. Tudo isso pode ser comprovado com a Máquina kirlian.

Alexandre Costa
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