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As multinacionais
afirmam que não há riscos, mas se recusam a assumir a responsabilidade
pelos eventuais efeitos negativos. Já as companhias americanas de
seguros só aceitam assumir os riscos de curto prazo resultantes
da introdução de plantas geneticamente modificadas no meio
ambiente, mas avisam que não oferecerão cobertura de responsabilidade
por danos ambientais catastróficos de médio e longo prazo.
Estas empresas reconhecem a necessidade daquilo que as multinacionais dos
transgênicos preferem ignorar: uma ciência de avaliação
de riscos – uma ecologia preventiva.
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