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O QUE É O
FORNO SOLAR |
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Texto: José
Albano |
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Inventado
na Suíça, em 1767, pelo naturalista
Horace de Saussure, o forno solar levou
séculos para ser difundido pelo mundo.
Sua evolução deu um passo decisivo com a
utilização de caixas de papelão e o uso
de plásticos por duas pesquisadoras
americanas, Bárbara Kerr e Sherry Cole e
a divulgação pela internet nos
sites criados por elas:
Solar Cookers
International
e
Solar Cooking
Archive. |
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Forno solar
do tipo "caixa quente", feito com duas
caixas
de papelão cobertas com duas folhas de
plástico |
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O forno
solar, apresentado nos sites
acima, consta de uma caixa de papelão
de, no mínimo, 35 por 45 cm, por não
mais que 20 cm de fundura, sem tampa,
forrada de papel alumínio, contendo no
fundo uma chapa de metal pintada de
preto, apoiada sobre pequenos calços de
madeira. Sobre essa chapa são colocadas
as panelas, também pintadas de preto, e
com tampas de encaixe para reduzir a
saída de vapor. Essa caixa é colocada
dentro de uma outra caixa de papelão,
maior e mais funda (7 a 10 centímetros
maior para cada lado e para baixo), toda
forrada com material isolante térmico
como jornal picado, lã de vidro, algodão
grosso, palha seca ou material similar.
Esse conjunto de duas caixas (uma dentro
da outra) é coberto com duas camadas de
plástico transparente, sendo a primeira
presa com grampos, ou tachinhas, a uma
moldura quadrada de sarrafos, ou cabos
de vassoura, formando uma tampa, e a
segunda, a sobre-tampa, maior, cobrindo
a caixa inteira, (a parte de cima e os
quatro lados), fixada por um elástico. A
camada de ar entre a tampa e a
sobre-tampa se mantém uniforme graças ao
barbante que cruza a moldura de madeira
da tampa criando um apoio para o
elástico da sobre-tampa que tende a
ficar flácido no calor do sol. (Essa
forma de cobrir o forno solar difere do
modelo americano, mostrado nos sites,
e resulta de uma adaptação mais adequada
à posição mais alta do sol nas latitudes
do nordeste do Brasil). |
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Além das
vantagens da utilização em si, usar um
forno solar também significa estar
cooperando com a preservação da
natureza, reciclando materiais do lixo e
usando uma fonte gratuita, renovável, e
inesgotável de energia – a energia solar
– e, ao mesmo tempo, reduzindo a
dependência dos combustíveis fósseis
(gás) e dos recursos florestais (lenha e
carvão) que provocam desmatamento e cuja
queima contribui para o aquecimento do
planeta, o conhecido "Efeito Estufa". |
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Forno solar
sobre um carrinho de ferro que facilita a
mudança de local,
visando a maior incidência do sol durante o
cozimento |
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Maiores
informações: Procure no GOOGLE o
site: “The solar cooking archive”,
copiando essas quatro palavras na linha
de pesquisa e clicando no botão ESTOU
COM SORTE. Como se trata de um site
norte-americano, a página inicial é em
inglês mas, ao pé da página inicial, na
caixa TRANSLATED MATERIALS, clique no
link “Conteúdo
em Português”:
o site reabrirá na versão em
língua portuguesa. Veja fotos, planos de
construção, receitas, notícias do uso
dos fornos e leia o FAC (“frequentely
asked questions”, ou seja, perguntas
mais freqüentes) assim como outros
documentos técnicos e científicos a
respeito do cozimento solar, disponíveis
no site e traduzidos para o nosso
idioma. |
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COZINHANDO COM O FORNO SOLAR |
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É
possível cozinhar tudo no forno solar:
arroz, feijão, verduras, carne, frango,
peixe, batatas, pães, bolos, etc. (A
única coisa que não pode ser feita é
fritura). |
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Em geral
o cozimento mais eficiente se faz em
panelas médias ou pequenas, de
preferência panelas rasas em vez de
fundas, sempre pretas ou de cores
escuras e com tampas. Panelas de ferro
fundido ou de barro, mesmo sendo
escuras, demoram mais a cozinhar por
causa da espessura das paredes. Panelas
leves e de metal fino são, pois
preferíveis. (Na ausência de tampas
adequadas, as panelas podem ser cobertas
com lâminas de vidro, com as bordas
lixadas para impedir cortes acidentais).
Um volume maior de comida dentro de uma
panela grande cozinha mais lentamente.
Por isso, para fazer um quilo de feijão,
por exemplo, é melhor dividi-lo em duas
panelas menores, com meio quilo cada. |
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À esquerda,
batata doce, cortada em rodelas, numa panela
simples, de alumínio, pintada com tinta
fosca em aerosol. À direita, arroz com
cenoura e batata inglesa, numa panela preta
de esmalte por fora e teflon por dentro |
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Existe um
tempo mínimo de cozimento mas não existe
limite de tempo máximo pois a comida não
queima, não gruda no fundo das panelas, não
fica seca, esturricada, pois as tampas
mantêm a umidade dentro das panelas e do
espaço interno do forno. Por isso, é
possível preparar, juntos, vários tipos de
alimentos, mesmo que tenham tempos de
cozimento diferentes. O horário ideal para o
uso do forno solar vai das 8 da manhã às 3
da tarde, aproximadamente, e o tempo de
cozimento da maioria dos alimentos vai de 2
a 5 horas. O feijão é um dos alimentos mais
demorados para cozinhar no sol; por isso,
além de pernoitar de molho na água,
recomenda-se o aquecimento até a fervura no
fogão convencional e a colocação no forno
solar, já quente, o mais cedo possível. |
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A regra
universal que garante o sucesso no forno
solar é: coloque a comida para cozinhar cedo
e não se preocupe se ela vai cozinhar demais
ou queimar. (Essa regra é válida para quase
tudo mas o tempo excessivo pode prejudicar
verduras verdes, que poderão ficar muito
moles, além de perderem a cor verde, ou
biscoitos, pães e bolos, que poderão ficar
muito secos ou duros). |
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Em geral,
usa-se menos água no preparo de arroz,
feijão, ervilhas, lentilhas, etc, já que o
vapor não escapa da panela, enquanto que no
preparo de carne, peixe ou frango, assim
como no cozimento de ovos, frutas, batatas,
cenouras, beterrabas, chuchu, inhame,
macaxeira, abóbora cortada em fatias, etc,
não se usa nenhuma água. Batatas e cebolas
pequenas podem ser cozidas inteiras. Para
tudo mais vale a regra: pedaços menores
cozinham melhor e mais rápido do que pedaços
maiores. |
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O fato do
vapor não escapar das panelas, combinando
com o cozimento lento, a temperaturas mais
baixas, aumenta o valor nutritivo dos
alimentos e realça o sabor dos temperos
resultando numa comida deliciosa apesar de
possíveis diferenças na cor, no sabor e na
textura dos alimentos cozidos na lenha ou no
fogão a gás. |
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Além da
economia de gás butano ou de carvão ou
lenha, a grande vantagem do forno solar é a
economia de tempo: uma vez colocadas as
panelas dentro do forno, ao sol, entre 8 e 9
horas da manhã, não é preciso mexer,
adicionar água ou controlar o tempo para não
queimar. Com isso, é possível sair de casa
ou se ocupar com outros afazeres até a hora
do almoço quando tudo estará cozido e
quente, pronto para a mesa! |
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E nem é
preciso ter sol pleno: num dia parcialmente
nublado, é possível usar com sucesso o forno
solar desde que o sol brilhe por pelo menos
20 minutos em cada hora. (O isolamento
térmico nas tampas e nas paredes e no fundo,
entre as caixas, garante a permanência do
calor durante a passagem das nuvens.) E se o
céu nublar totalmente durante o tempo de
cozimento, ao chegar em casa é possível
completar o processo em alguns minutos no
fogão a gás ou no fogareiro de carvão ou
fogão a lenha. |
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Embora a
função principal do forno solar seja
cozinhar alimentos, é possível também usá-lo
para secar ou torrar grãos como gergelim ou
amendoim, usando assadeiras ou tabuleiros
sem tampa. Para a umidade dos grãos poder
escapar, é preciso levantar uma ponta da
sobretampa e levantar também uma ponta da
tampa, apoiando com um pequeno calço de
madeira, um lápis, por exemplo. O forno
solar também serve para pasteurizar a água,
eliminando a forma mais comum de infecção
intestinal que é a água contaminada.
Pasteurizar não é o mesmo que ferver: a água
estará purificada se for mantida a pelo
menos 65 graus centígrados por, no mínimo,
20 minutos. |
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O baixo
custo e a simplicidade da fabricação
tornam possível ter mais de um forno na
casa, para maiores quantidades de comida
ou maior flexibilidade no preparo das
refeições. |
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Uma questão
que preocupa os novos usuários do forno
solar é a questão das receitas para o
preparo dos alimentos. A regra é: use suas
próprias receitas e temperos, fazendo
pequenos ajustes no tempo ou na quantidade
de água dentro das panelas. |
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Um alimento
muito útil cuja proporção de água foi
testada é o angu de milho ou polenta como é
conhecido no sul. Para fazê-lo, use, de
preferência, fubá de milho em vez dos
populares flocos pré-cozidos, na seguinte
proporção: uma xícara de fubá para 3 xícaras
de água, misturando com um garfo para molhar
todo o fubá de maneira uniforme. Use sal e
pimenta a gosto, podendo adicionar outros
temperos. É interessante servir com um molho
de tomate feito também no forno solar: picar
3 ou 4 tomates, pimentão, cebola, alho,
pimenta, sal, orégano e outros temperos.
Ponha para cozinhar no forno solar, sem
água, numa panelinha tampada. Antes de
servir, passe a maior parte num
liquidificador, adicionando uma colher de
farinha de trigo para encorpar e devolvendo,
em seguida, para a panelinha onde ficou uma
parte de molho original misturando bem para
criar um molho “pedaçudo”. E bom apetite! |
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O forno solar
é particularmente útil no preparo de pães e
bolos que consomem muito gás butano. No caso
dos bolos, pode-se usar os tipos
pré-misturados à venda nos supermercados
(basta lembrar de usar um pouco menos leite,
para que a mistura fique menos líquida, e
usar uma panela untada e com uma tampa em
vez das formas convencionais). Quanto aos
pães, os mais fáceis são os que levam
fermento químico (para bolos) em vez de
fermento biológico, de ação mais lenta. Uma
receita testada é o “pão de cerveja”: |
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Misture 3
xícaras de farinha de trigo com
fermento, 2 colheres de sopa de açúcar,
uma colherinha de sal, meia xícara de
sementes de linhaça, de gergelim, de
girassol ou de castanha de caju ou do
Pará, picadas (pode acrescentar fibra de
trigo, canela, ou substituir parte da
farinha por farinha de trigo integral).
Derrame sobre essa mistura seca uma
latinha de qualquer tipo de cerveja na
temperatura natural e misture bem. Use
uma panela preta untada, com tampa, e
coloque no forno solar pré-aquecido. O
tempo de cozimento é de duas horas e
meia em dia de céu claro. Deixe esfriar
e desenforme. É ótimo com um bom café! |
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CONSTRUINDO SEU FORNO SOLAR |
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Material
para fazer o forno solar (um forno ou
mais, quando indicado): |
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1 -
Material do lixo: |
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- Caixas
de papelão grandes
- Jornais velhos ou lã de vidro ou
algodão grosso ou palha
- Sacolas plásticas (tipo supermercado)
- Dois cabos de vassoura, de madeira
- Tira de borracha de câmara de ar
- Chapa de metal (folha de flandres,
folha de zinco, bandeja ou tampa de
ferro, etc) |
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2 -
Material comprado: |
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- Cola
plástica branca
- Rolo de papel de alumínio (largura
maior ou menor)
- Pregos finos de 3 centímetros
- Dois metros de plástico transparente
(incolor) de 0,15 ou 0,20 de espessura
ou mais grosso
- 3 metros de fio de nylon médio
- Uma lata de tinta preta fosca em
aerosol (de preferência do tipo para
alta temperatura) - Dá para mais de um
forno
- Um litro de tinta látex de parede,
qualquer cor (opcional) - mais de um
forno
- Uma caixa de tachinhas de sapateiro,
nº 11 ou nº 2 - mais de um forno
- Uma folha de lixa para madeira nº 80 -
mais de um forno
- Uma folha de lixa para metal nº 220 ou
mais fina - mais de um forno
- Duas panelas de alumínio com tampa (de
preferência baixas e de grande diâmetro) |
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3 -
Ferramentas para a oficina: |
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- Lápis
ou caneta
- Régua
- Estilete
- Tesoura grande
- Tesoura para metal em folha
- Martelo
- Serrote
- Alicate
- Furadeira com broca fina
- Pincel chato médio ou rolo pequeno |
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Forno
Solar de tamanho típico (figura-1) |
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As caixas
podem ser maiores e o espaço entre a
caixa menor e a maior pode variar para
um pouco mais ou um pouco menos e não
precisa ser igual nos 4 lados. A caixa
maior também pode ser mais funda, mas a
caixa menor não deve ultrapassar 20 cm
de fundura para não aumentar a sombra
projetada sobre as panelas quando o sol
está mais baixo no céu. |
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Em
qualquer dimensão, o forno solar pode
funcionar. Mas em geral, os fornos
maiores aquecem mais por terem uma área
maior de captação da luz solar. É mais
conveniente também por abrigar maior
número de panelas. (O limite prático
para o tamanho do forno é o peso e o
volume que podem causar dificuldades de
locomoção). |
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Preparando a Caixa menor (figura 2) |
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1 -
Começar colando no fundo da caixa todas
as abas descoladas. Espalhar a cola com
pincel ou espátula (ou um pedaço de
papelão dobrado). Usar pesos - tijolos,
livros, etc - até a cola fixar. |
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2 -
Marcar a caixa nos 4 lados, por dentro e
por fora, com uma linha pontilhada 20 cm
acima do fundo. |
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3 -
Cortar, com faca serrilhada ou estilete,
os 4 cantos da caixa até a linha
pontilhada. |
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4 -
Depois de cortar, fazer vincos sobre as
linhas pontilhas usando régua e uma
colher. Isso facilita as dobraduras. |
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Passar a
ponta da colher fazendo pressão |
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ao longo
da linha pontilhada. (figura 3) |
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5 -
Depois de criar os vincos sobre as
linhas pontilhadas, dobrar para o lado
de fora da caixa todas as abas, colando
nos 4 lados. Depois de espalhar a cola
com uma espátula, um pincel ou um
pedacinho de papelão, fixar as partes a
serem coladas, aplicando um peso (livros
ou tijolos, por exemplo), até a cola
segurar. Usar cola branca (cola
plástica) ou cola caseira feita com goma
ou farinha de trigo. |
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(figura
4) |
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6 - Se
ainda sobrarem pedaços das abas, criar
vincos, dobrar e colar no fundo da
caixa. |
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Desenho
em corte, mostrando a caixa com as abas
dobradas e coladas nas
laterais e no fundo da caixa. Essa
operação torna a caixa mais resistente.
(figura 5) |
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Forrando
a caixa menor com papel alumínio.
(figura 6) |
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1 -
Aplicar cola nos 2 lados de cada canto
interno da caixa. Aplicar também na base
do canto. |
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2 -
Cortar 4 faixas de papel alumínio de
mais ou menos 8 cm de largura, por 25 cm
de comprimento. Dobrar ao meio com uma
régua e aplicar sobre cada canto com a
parte fosca do alumínio em contato com a
cola. |
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3 -
Cortar no canto da faixa de alumínio.
Dobrar e colar nos lados de fora da
caixa. |
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4 - Com
os 4 cantos já forrados, espalhar cola
no fundo e nas paredes laterais internas
da caixa colando, em seguida, o papel
alumínio. Aplicar o papel alumínio com a
parte mais fosca para baixo, sobre a
cola, e a parte mais brilhante para
cima.
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5 -
Passar sobre o alumínio um pano seco
para reduzir as rugas e as bolhas de ar,
melhorando, ao mesmo tempo, a aderência
da cola. |
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(Figura
7) |
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6 - O
papel alumínio deve ser dobrado sobre as
bordas da caixa e colado também nas
laterais externas da caixa, pelo menos
até a metade. |
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FAZENDO A CHAPA COLETORA QUE VAI NO
FUNDO DA CAIXA MENOR |
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No fundo
da caixa menor, vai a chapa metálica
pintada de preto fosco sobre a qual
colocam-se as panelas. Essa chapa
coletora absorve a luz do sol
transformando-a em calor. |
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(Figura
8) |
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Essa
chapa não deve encostar diretamente no
fundo da caixa para não transmitir parte
do seu calor para o fundo. Para garantir
o isolamento térmico entre a chapa e o
fundo, pregar embaixo, no sentido do
comprimento, 3 pedaços de cabos de
vassoura fixados por pregos que
atravessam a chapa de cima para baixo,
através de pequenos furos. No caso de
uma chapa de metal mais fina, os cabos
de vassoura ajudam a manter a chapa mais
plana e mais resistente. |
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PREPARANDO A CAIXA MAIOR |
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(Figura
9) |
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1 -
Comece colando no fundo todas as abas
que estejam descoladas, use um peso
(tijolos ou livros) até fixar. |
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2 -
Marcar a caixa nos 4 lados, por dentro e
por fora, com uma linha pontilhada, 28
cm acima do fundo. |
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3 -
Cortar nos 4 cantos até a altura da
linha pontilhada. |
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4 -
Depois de fazer vincos sobre as linhas
pontilhadas, usando uma régua e uma
colher, dobrar as abas para dentro
formando uma tampa sobre a caixa. |
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5 -
Colocar a caixa menor, já forrada de
alumínio, centralizada sobre a tampa da
caixa maior. |
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(Figura
10) |
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6 -
Marcar o contorno fazendo uma linha
pontilhada com lápis ou caneta. Fazer
isso sobre todas as abas de papelão que
cobrem a caixa. |
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7 - Fazer
vincos sobre as linhas pontilhadas com
uma régua e uma colher e em seguida
dobrar para dentro da caixa cortando os
excessos – as abas dobradas para dentro
não devem ser maiores do que a
profundidade da caixa menor, isto é 20
centímetros. |
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Dica:
para fazer os vincos com maior
facilidade, emborcar a caixa com a boca
para baixo sobre uma mesa, com as abas
abertas para os 4 lados. |
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8 - Duas
das abas, em lados opostos, devem ser
cortadas nas laterais para permitir o
fechamento das 4 abas. Ao fechar as
abas, fechar primeiro as internas e
depois as cortadas. |
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(Figura
11) |
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9 - A
caixa maior deve ainda ser pintada para
tornar o papelão impermeável, aumentando
assim sua vida útil. Pode-se também
decorar a caixa fazendo desenhos ou
colando figuras sobre as laterais
pintadas. Nesse caso, é bom aplicar um
verniz transparente ou uma solução fina
de cola branca para impermeabilizar as
figuras. |
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PREPARANDO O ISOLAMENTO TÉRMICO DA CAIXA
MAIOR |
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Embora
isso não seja fundamental, é desejável
forrar com papel alumínio todo o
interior da caixa maior. Sua função é
refletir de volta para dentro da caixa
algum calor que tenha atravessado o
isolamento. |
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(Figura
12) |
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O espaço
entre as caixas pode ser preenchido com
uma variedade de materiais leves tais
como: jornal velho rasgado em tiras, lã
de vidro, palha, folhas secas, lã,
algodão grosso, penas, enchimento de
travesseiros, folhas de papelão,
retalhos de pano, etc. Isopor e espuma
de borracha não são adequados por
exalarem odores desagradáveis ou gases
tóxicos quando aquecidos. |
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No fundo
da caixa maior, é mais simples fazer o
isolamento com folhas de papelão de
embalagens, empilhadas até a altura de 8
ou 10 centímetros. |
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Para o
enchimento das paredes laterais, não
importando o material isolante
escolhido, o ideal é encher sacolas de
plástico dos supermercados. Dessa
maneira, é possível arrumar o enchimento
das paredes verticais, sem que o
material caia para o fundo da caixa. |
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FAZENDO A TAMPA DO FORNO SOLAR |
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A tampa é
feita com 4 pedaços de cabos de vassoura
aparafusados e pregados nos 4 cantos. O
uso de cola branca além do parafuso pode
tornar desnecessário o uso de pregos. |
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(Figura
13) |
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Detalhe
do corte a ser dado em cada ponta do
pedaço mais longo dos cabos de vassoura.
É aconselhável furar antes de usar
pregos e parafusos. O uso de cola ou de
um prego ao lado do parafuso evita que a
outra peça gire livremente. Essa fixação
extra é importante na hora de esticar os
barbantes de apoio da sobretampa e na
hora de pregar o plástico na moldura.
(Figura 14) |
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(Figura
15) |
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Esticar o
plástico transparente por baixo da
moldura de cabos de vassoura, dobrando e
pregando por cima com tachinhas de
sapateiro, grampos de pistola ou
grampeador de papel. |
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FAZENDO A SOBRETAMPA DE PLÁSTICO
TRANSPARENTE |
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Com a
tampa colocada sobre as paredes da caixa
grande, tomam-se as medidas para cortar
o plástico da sobretampa. Usar fita
métrica ou trena. |
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(Figura
16) |
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(Figura
17) |
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USANDO
A SOBRETAMPA |
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(Figura
18) |
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A
sobretampa de plástico transparente deve
cobrir a tampa e descer pelos 4 lados da
caixa maior até sua base, onde é fixada
por elástico, barbante, corda ou uma
liga de borracha cortada de uma câmera
de ar de pneu. |
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A função
da sobretampa é vedar a saída de calor
garantindo a mais alta temperatura no
forno solar, através da manutenção de um
colchão de ar entre os dois plásticos -
da tampa e da sobretampa - criando assim
um isolamento térmico e maior
rendimento. |
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CORTE
ESQUEMÁTICO DO FORNO SOLAR |
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(Figura
19) |
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1 -
Sobretampa de plástico transparente
descendo sobre os 4 lados da caixa
grande preso perto da base com uma liga
de borracha de câmera de ar ou elástico. |
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2 -
Espaço de ar criando isolamento térmico
entre a tampa, pregada embaixo da
moldura de cabos de vassoura e a
sobretampa esticada por cima. |
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3 - Tampa
de plástico transparente esticado por
baixo de uma moldura de cabos de
vassouras. |
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4 -
Panela preta com tampa de encaixe para
reduzir a perda de vapor. |
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5 - Cabos
de vassoura criando apoios para a chapa
coletora, isolando-a do contato com o
fundo da caixa. |
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6 - Chapa
preta de metal - coletora de luz que
transforma a luz do sol em calor. |
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7 - Sacos
plásticos contendo tiras de papel jornal
amassadas, criando um isolamento térmico
entre as paredes da caixa menor e as da
caixa maior. |
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8 - Pedaços
de papelão empilhados no fundo da caixa
maior criando o isolamento térmico na base
do forno. |
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9 - Liga de
borracha de câmera de ar prendendo a
sobretampa de plástico transparente. |
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HORÁRIO DE
MAIOR EFICIÊNCIA NO USO DO FORNO SOLAR |
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(Figura
20) |
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Esse
horário pode variar conforme a latitude
e a época do ano. De maneira geral, vale
a regra que diz que o melhor horário
para o uso do forno solar começa quando
a sombra do seu corpo atinge o mesmo
comprimento da sua altura. Quanto mais
alto o sol, menor será a sua sombra e
maior será a incidência da luz gerando
maior calor dentro do forno. |
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(Figura 21) |
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Ao nascer do
sol, a sombra projetada pelo seu corpo é
muito comprida, medindo muito mais do que a
sua altura. É cedo demais para iniciar o
cozimento solar. |
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(Figura
22) |
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Assim
mesmo, de manhã cedo, é bom já colocar o
forno no sol para ir acumulando calor.
Pode-se aproveitar o fato de ainda não
ter panelas dentro e inclinar a caixa,
apoiada numa parede ou num tamborete e
com a tampa voltada diretamente para o
sol. De manhã cedo, essa é a posição
ideal para o aquecimento do forno. |
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POSICIONANDO O FORNO NO SOL |
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(Figura 23) |
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1 - Essa é a
pior maneira de posicionar o forno no sol,
pois dois dos lados da caixa estão
produzindo sombras. Isso significa que duas
das paredes prateadas da caixa interna estão
na sombra, reduzindo a captação da luz solar
e, por isso, reduzindo também o calor
interno do forno. |
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(Figura
24) |
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2 - Essa
posição é melhor, pois projeta uma única
sombra, posição ideal para uma caixa
quadrada. Nesse caso, como a caixa é
retangular, ainda temos uma das paredes
maiores na sombra, reduzindo a captação
da luz. Durante o tempo de cozimento, a
sombra muda de tamanho e de posição. |
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No
Nordeste, nosso sol é abundante e, em
geral, não precisamos mudar a posição da
caixa para obter a sombra ideal. Mas
isso pode ser necessário no cozimento
mais demorado, como o feijão, quando se
precisa do rendimento máximo do forno.
Nesse caso é desejável "corrigir" a
sombra, de vez em quando. |
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(Figura 25) |
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3 - Essa é a
posição que produz a menor sombra possível,
pois é o lado mais estreito da caixa
retangular que está voltado em direção ao
sol. Durante a fase de aquecimento do forno
e no início do cozimento é preferível
colocá-lo nessa posição. No caso de
cozimentos mais difíceis ou mais lentos, é
bom corrigir, de vez em quando, a posição do
forno para manter a sombra mínima e a
conseqüente temperatura máxima. |
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Maiores
informações sobre o Projeto do Forno Solar: |
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José
Albano
Tel: (Brasil 55)(Fortaleza 85)
3476-8625
e-mail: jalbanobr@yahoo.com.br |
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Essa
cartilha está isenta de direitos
autorais: pode piratear à vontade!
O nosso planeta Terra agradece! |
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Veja Também o Novo Site do Forno Solar
Clicando AQUI |
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Links para
Forno Solar: |
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Um Método Simples de Forno
Solar
Solar Cookers International
The Solar Cooking Archive
Sociedade do Sol
Solar Oven Society
The Solar Cooking Archive
Wiki |
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Cartilha para
a construção de Forno Solar |
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Elaborada por: José
Albano |
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Agradecemos a participação do Sr. José
Albano |
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